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Mostrando postagens de Agosto, 2007
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Doce Agonia Que doce angústia este amor que tenho Cravado em meu peito com um punhal de prata É uma agonia um desejo intenso que inferniza meu pensamento O mais cruel é que ao mesmo tempo
é doce e terno um misturar de sentimentos E a agonia em si dá um estranho contentamento A maior agonia porém é que nunca o tive nem por um só momento!
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Permita-me pegar tuas mãos..
Envolver -te em meus abraços
caminhar por longa estrada
criar laços de amor
....


Permita-me te desejar...
Afagar teus cabelos....
Beijar tua boca
Brincar no teu corpo....

Permita-me te descobrir
Abrigar teus medos....
Envolvendo-te no doce mistério
do meu coração...

Permita-me te conhecer melhor...
Dividir sonhos...
Olhar dentro dos teus olhos
Amanhecer ao teu lado ...

Permita-te ser amado
sem receio do amanhã
que pode não chegar


Permita-te viver
uma história de amor..
Liberte tuas fantasias...
E deixe a vida nos guiar...
Para revelar a verdadeira
felicidade de amar .

Permita-te acreditar






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Nas noites solitárias,
Um dia
pedi um amor aos anjos
Um amor que ao mesmo tempo fosse homem
E menino
Para podermos rir juntos
Virar adolescentes,
Corar o rosto,
Sentir vergonha
E rejuvenescer por fora e por dentro
Eu pedi um amor aos anjos
Não precisa ser perfeito
perfeição não existe
Os seres que se dizem perfeitos
são muito chatos
Monótonos....
E como não sou perfeita
Não vou exigir perfeição do meu amor
Eu pedi um amor aos anjos amigo
Tranquilo
sereno
inteligente
Sensível o suficiente para me entender
Mesmo que eu não o entenda
Mas entre um desentendimento e outro
Seguiremos no doce sabor de um amor
Eu pedi um amor aos anjos
Nada de água parada
As águas paradas não se renovam
E ele , assim como eu, precisa se renovar
Crescer ficar sozinho para se conhecer melhor
Eu pedi um amor aos anjos
Para acariciar....
Deixar sozinho quando precisar
E ajudar quando quisesse meu ombro amigo
Eu pedi um amor aos anjos
Que me fizesse sair do sério
Me enlouquecesse de tesão
Só com seu toque carinhoso
Eu pedi um amor aos anjos
Que pudesse t…
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Silêncio

Calaram-se todos !
Os poetas já não causam comoção
As rosas murcharam despetalaram
Onde foi parar a beleza do amor ?
Agora tudo é silêncio
A água da fonte gela meu corpo frio arrepio.
O coração sangra
Amor palavra forte
vibrante
Ando
procuro enlouqueço
Me entrego ao inferno do amor
não correspondido
Onde estás ?
Quero o agasalhar do abraço
Olhar a beleza do lago encantar
Me emocionar com palavras com a poesia
Sinto o gosto do hálito quente no meu pescoço
és tu a atormentar minhas noites de insônia
Queres possuir minha alma
Mas e o amor
onde enterraste o amor ?
Que fizeste do sentimento que te dei sem pudor ?
Meus braços te esperam
De repente o medo a tudo paralisa
E o silêncio da minha poesia
Te faz incomodar

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Adeus
minha alma se vai Renega o amor E se alia a dor Adeus
o seu amor
Dispensei Suas carícias Chutei Adeus
agi como idiota
Viverei na mediocridade Perdida em sacanagem Com amores Levianos
Ciganos
Irreais
Adeus
a vida já me entreguei !
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O que será a morte ? Senão fechar os olhos E subir não se sabe Para onde ? Quem sabe Continuar no mesmo lugar Sem que ninguém perceba E poder compreender Os erros que cometeu em vida ? O que será a morte ? Talvez nada mais do que encontrar o que é viver
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Que..... Se algum dia existiu amor que por hoje tenha terminado como o sol de inverno como a chuva de verão Que este amor tenha sido tão casual como o encontro de saudades como a brisa na tempestade Que este amor não me mate de saudade não me encha de lágrimas não exista nunca mais Que este amor seja riso mais tarde seja apenas vaidade e não seja mais amor Porque este amor um dia magoou e sendo tão magoado eu digo: nunca foi amor
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Multifacetada...
Doce...
Amarga..
Vou ao fundo
Remexo no lixo interior
Descubro e medro
Sou vulnerável
Não me aquieto
Tento renascer e esquecer
a fragilidade de ser
Sou etérea....
Olho no espelho
Transgrido
Transo comigo
Grito
Alucino
Penso em você
E neste dizer sem pensar
Me desenquadro
Perco o foco
A linha
Me esqueço
E contradigo...
Irrito, sei
Rasgo
Maltrato
Faço jogo
Me rendo ao amor
Não aprendo
Faz mal
Quem sou afinal ?
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Amor sedutor
Chega ofegante
Rastejante no trilho
Se embrenha no mistério
da mata
Algoz
Estende a teia
Tece os segredos
Prende
Num pulsar
Ardente
Mistérios a desvendar
Sonhos a consumir
Sorrateiro
Cortante
Sensual
Se vai
Assim como chegou
Eterno
Sofrer
De meu querer
Sedento


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Saudade

Doi a ausência
Machuca
Prendo a respiração
Falta ar
Apetite
Fôlego
Amarga a boca
Naúsea da paixão
Vômito
Vasculho a mente
Procuro
Viro Débil
Sinto falta
Suporto
Sofro
Peito apertado
Meu coração é refractário
Fragmentado
Resisto
Sigo então orgulhosa
Numa saudade
escondida
A mais pura fantasia
De alguém que tem no nome o verbo AMAR
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Sou Louca
Quando me apaixono
Descabelo
Estremeço
Me entrego inteira
Sem receios
Me revelo mulher em contradição
Estado puro
De alma díspare


Dispo segredos
Mostro vísceras
Estraçalho
Passo por cima
Não vejo sinal
Sou assim
Doação

Descarrilo a emoção
Dou nó na razão
Desnudo e me abandono
Sou entrega
Tesão

Persigo o ideal
da paixão
Existe ?
Sei apenas que
quero você
poeta
dentro
de mim
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Mutilaram a poesia
Mutilam sentimentos
Versos
Gramática
Amor
O homem tem pressa
É preciso concisão
Querem mutilar a dor
É o mundo fast food
Servido no balcão
do sexo vulgar
Ligeiro
Descartável como o ser humano
Muitas bocas pra beijar
Há vitrines de ansiedades
Relacionamentos avulsos
Orgasmos em tempos reais
Virtuais
Suprimam palavras
Vigiam paixões
Impõe modelos
Falta tudo
artigo
adjetivo
advérbio
Verdades
Sobra vazio
Solidão
Fome de compreensão
A morbidez invade
a programação da vida
na tela
Tira o tédio
Escapa o ócio
O coração arrefece
Quero fugir
Antes que mutilem a mim
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NOITE


Dia morre
Noite chega
A ausência doi
É cortante
Madrugada me invade
Penso em você
A pele transparente
macia
Passeio em fantasia
De um jeito displicente
Sai razão
Entra emoção
As horas passam
melancólias
Atravesso a trincheira do desejo
Dispo a alma
Entregue em sonhos
Me acendo em brasa
Anseio pelo corpo nu
pedaço de carne
cheiro de homem...
Imagino detalhes
Mãos esculpidas
Coxas letais
Apetite voraz
Causo reboliço na alma
Me perco no imaginar
A claridade namora a madrugada
A noite empalidece
O sol se alastra quarto adentro
Fere os olhos
Recolho os devaneios
Desfaço fantasias
Emoções
Vou ao espelho
visto a alma
Me pinto
Batom
Rimel
Sombra
Blush
Saio para a rua
É dia

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¨Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo./ /Porque os corpos se entendem, mas as almas não."
Manuel Bandeira Desejos Noite suculenta. Cheia de promessas. Lua reflete no mar prateando inspiração. Espero . A brisa outonal passeia em meu vestido vermelho fazendo cócegas nas pernas torneadas. Piso macio. As folhas secas lembram a beleza e o amadurecimento da estação. Época de transformação Seios carnudos e apetitosos são convites a confissões de amor. Olhos de rara beleza cintilam esmeraldas a procura dos seus. Se encontram. A boca carnuda confessa carícias eróticas . Sirvo-me numa redoma de cristal . Abraçados caminhamos em direção ao embate.
Cumpriremos embaraços. Contentaremos inquietações . Mãos delicadas e dedos longos ,percorrem minha blusa, desabotoam meu sutiã e num pulsar frenético buscam meu sexo. Os seios estremecem ao contato das mãos . Entumecidos. Energéticos. As coxas se abrem em delírios. Fenda de mistérios e prazer. Delicio-me e escorrego pelos lençóis, abandonada…